
O acessório acima pode não ser o ideal para nós brasileiros, mas já pode fazer com que alguns desenvolvedores tenham novas ideias…
O Instituto Frauenhofer desenvolveu recentemente alguns painéis solares flexíveis que são altamente resistentes, o que viabiliza a sua utilização em objetos como capacetes. A imagem acima utiliza este conceito em um capacete de esqui, ou seja, enquanto o usuário se diverte esquiando, ele pode carregar o seu gadget.
Você pode até estar se perguntando sobre o motivo de se escolher um capacete de esqui, segundo o instituto é porque os mesmos são utilizados em temperaturas extremas, o que exige bastante dos painéis solares. Ou seja, um tremendo teste de resistência.
Espera-se que assim que os painéis passarem no teste de frio, sejam desenvolvidos novos capacetes que permitirão a recarga em todos os lugares, mas agora nos resta apenas acompanhar estes avanços tecnológicos.
Via | TreeHugger

Se existe algo que fascina o imaginário humano, são as possibilidades que um robô pode fazer ou trazer como benefício para nossas vidas. Desde que os primeiros filmes começaram a retratar esses humanoides de lata, o homem vem tentando envolver cada vez mais nossas vidas. Fazia tempo que nós não falávamos sobre robôs aqui no Eletronicoblog e dessa vez vamos falar sobre um robozinho bem simpático e esportista, o Evolta.
Já falamos aqui, sobre o Evolta, da Panasonic, que andou vários quilômetros de uma cidade japonesa, usando apenas uma pilha. Mas dessa vez, o desafio é outro. O querido robô vai ter que dar uma volta de Triathlon no Havaí. O desafio consiste em nadar 2,4 milhas, uma corrida de bicicleta de cerca de 112 quilômetros e uma corrida de 26 milhas. Existem três versões do robô preparado para a tentativa, uma para cada aspecto da corrida.
De acordo com o pessoal da Panasonic, o objetivo é mostrar que o robô possui o mesmo condicionamento físico para fazer os mesmos percursos que o homem faz, mas claro, na forma dos robôs. Também tendo de enfrentar várias dificuldades, principalmente geográficas. É esperado que o robô leve cerca de 168 horas para realizar o percurso, muito abaixo do que um ser humano faria.
Via | Panasonic

Em Abril, a University of Southern California havia anunciado o interesse em recriar a inteligência do cérebro humano em um circuito sintético usando nanotubos de carbono. O que parecia impossível teve seu primeiro teste realizado na semana passada nos laboratórios da empresa. Com os testes, a IBM confirmou uma nova classe de chips de computador que são capazes de emular as capacidades do cérebro humano para ações, percepções e cognição. Não pense que eles pretendem criar inteligência artificial capaz de dominar o mundo, como nos cinemas. Isso não teria nada a ver. A invenção tem como principal objetivo criar chip de computador capaz de economizar mais energia e espaço do que os atuais.
Para chegar ao estado atual, a IBM usou algoritmos combinados com circuitos de silicone, criando assim, chips de computação neurosynapticos, o que seria mais próximo da biologia natural já recriado em laboratório até hoje. Com essa tecnologia os computadores poderiam aprender com sua experiência, como otimizar o próprio uso, assim podendo evoluir. Esse seria o sistema de neuromórfica Adaptivo.
Esse sistema seria capaz de criar um sistema que não só analisa as informações complexas a partir de várias modalidades sensoriais de uma só vez, mas também dinamicamente reconecta-se como ele interage com seu ambiente. A primeira fase dos testes foi finalizada com sucesso, e a fase 2, que ainda se iniciará, custará cerca de $ 21 milhões em financiamento.
Via | Gizmag

Se você viu os noticiários na TV e na internet sobre a atual situação do “motim” que está acontecendo na capital do Reino Unido, Londres. Estudantes tomaram as ruas à procura de melhores condições estudantis, além de outras exigências que condizem os direitos do cidadão, porém algumas pessoas passaram um pouco mais da conta, e o que era para ser um protesto acabou virando um caso de violência em várias partes da capital.
Além da polícia estar caçando os autores do que chamam de “desordem”, uma empresa resolveu entrar no páreo e dar total apoio nessa caça. A RIM anunciou hoje, que irá usar a sua marca BlackBerry para identificar todos os usuários de seus serviços que tiverem envolvimento com os casos de violência. De acordo com a empresa, muitos dos estudantes autores do “motim” são usuários do BlackBerry Messenger, e a empresa vai identificar e monitorar seus usuários para ajudar a polícia nessa caça. A decisão levanta uma grande polêmica: Até que ponto as empresas podem usar os dados de seus usuários por decisões próprias, por mais sérias que sejam.
O anúncio da empresa diz:
“Nós nos comprometemos com as autoridades para ajudar no que for possível. Como em todos os mercados ao redor do mundo onde BlackBerry está disponível, vamos cooperar com operadores de telecomunicações locais, policiais e funcionários de regulamentação. Similares a outros provedores de tecnologia no Reino Unido estão em conformidade com o regulamento da Lei dos Poderes de Investigação e cooperar plenamente com o Ministério do Interior e as forças policiais do Reino Unido. ”
Ou seja a empresa se aproveitaria de um ato do Parlamento, que regula os poderes dos órgãos públicos para realizar a vigilância e investigação, e cobrir a intercepção de comunicações por meio de seus produtos. Isso te lembra alguma coisa? É a RIM mostrando o poder do “Big Brother” pela tecnologia. Ainda bem que eu não uso seus produtos.
Via | Pocket Lint

Eis uma notícia que pode não alegrar muito os defensores da natureza, ao mesmo tempo que mostra a potência de uma das empresas mais poderosas e inovadoras do mundo. Além de se firmar como a gigante da era da internet, e uma das maiores líderes das redes sociais, a Google é também uma das empresas que mais influencia no tráfego de dados no mundo todo. A empresa está tão firmada, que sua nova rede social já passou os 20 milhões de usuários em menos tempo do que qualquer outra rede social da história, além de claro, as 48 horas de vídeos que são carregadas a cada minuto no YouTube. Mas para que tudo isso seja possível, e também para evitar e combater todos os ataques hackers que acontecem praticamente todos os dias, é necessário uma mega estrutura para manter tanta tecnologia.
Para tanto, a Google usa cerca de 900 mil servidores para que todo este serviço online seja mantido. Lembrando que a empresa, além de ser alvo de hackers, é também um dos alvos mais constantes de governos como a China, que procura seus dados para fiscalizar seu povo. Toda essa parafernália tecnológica não é fácil de manter, e além dos profissionais especializados, são necessários cerca de 0,01% de toda a energia elétrica produzida no mundo, isso mesmo, a empresa é uma das que mais consomem energia, isso se não for a que mais consome, já que não há estudo específico para isso, ou pelo menos eu desconheço.
Este número foi anunciado pelo professor de Stanford, Jonathan Koomey, afirmando em seu blog que a Google ainda usa menos energia do que outra empresa com tantos servidores usaria normalmente. Esse número ainda não é oficial, a Google não se pronunciou sobre o fato. Por mais que pareça muito, o uso de eletricidade é considerado baixo, devido à quantidade de servidores suportados pela empresa, o que a colocaria entre uma das mais eficientes do mundo, no uso de energia elétrica, garantido graças à política verde adotado pela empresa, que possui centros de energia eólica e solar.

Supercomputadores com certeza são algumas das criações mais fascinantes que o homem já colocou para funcionar, com possibilidades incríveis e inteligência inigualável. Normalmente apenas empresas de pesquisa e de tecnologia possuem alguns dos vários que não estão disponíveis para o consumidor final. O mais novo supercomputador a ser considerado o mais poderoso do mundo é japonês, como na maioria das vezes e foi desenvolvido pela Fujitsu que é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.
Para se ter uma ideia das possibilidades do “computador K” como ele está sendo chamado, ele é capaz de resolver oito quatrilhões de cálculos por segundo, mais do que todas as escolas do mundo em um dia e até mais, e isso porque o Computador K ainda nem está finalizado, e seu projeto tem conclusão prevista apenas para 2012, até lá, ele poderá fazer muito mais. Estima-se que ele será capaz de resolver mais de 10 quatrilhões de cálculos por segundo, nem tente pensar nisso, ou você terá uma grande dor de cabeça.
O computador possui cerca de 68.544 mil processadores octo-core, aguardando adição de vários outros processadores, sendo que ao todo serão 640 mil núcleos trabalhando em conjunto o tempo todo. Mas toda essa potência não sairá barato, ao todo o supercomputador da Fujitsu deve sugar o equivalente a 10 megawatts de energia, o que por incrível que pareça, é considerado pouco para tanta potência, sendo Três vezes mais rápido que o supercomputador chinês, que anteriormente mantinha o título de mais poderoso.
Via | Geek
Quer Sair dos aparelhos com botões e ir para o futuro dos smartphones com teclado touchscreen? Então faça logo, ou você vai fazer isso quando uma nova sensação entrar no mercado, o teclado invisível. Não, isso não é piada e muito menos uma jogada de marketing de empresa que quer aparecer, pode parecer estranho, mas já é real. Pesquisadores do MIT conseguiram fazer integrar um iPhone com uma tecnologia similar ao do Kinect da Microsoft, e com auxílio de uma outra câmera que precisa estar próxima do aparelho – e de você – é possível utilizar o aparelho sem que eles esteja ao menos em suas mãos.
A tecnologia realmente é estranha e não sei se vai dar tanto certo, não pelo menos em seu início, que depende de um equipamento grande para funcionar, ou seja, você só poderia utilizar com o notebook equipado, o que tira toda a mobilidade do smartphone. Pode ser que no futuro a tecnologia use alguma câmera menor que fique em algum local estratégico como em cima da cabeça do usuário, ou no bolso da frente do paletó, caso for homem.
Mesmo que ainda esteja longe de estar no smartphone mais próximo de você a tecnologia é inovadora e se utiliza da transferência de tela do iPhone em uma mão e, em seguida, usando as câmeras para monitorar a profundidade de toques que são então enviados para o dispositivo, rastreando a posição do dedo na palma da mão. O software interpreta as posições dos dedos e movimentos, fazendo uma correlação com a posição dos ícones do iPhone, enquanto um rádio wi-fi transmite os movimentos para o telefone.
Via | Pocket Lint

Essa é uma boa sacada tanto para a mulherada indecisa, quando para os maridos que não gostam de esperar suas companheiras ficarem provando mais de mil vezes a mesma roupa, afinal, quem nunca passou por este sufoco, mesmo sendo aquela amiga do peito? Mas uma tecnologia a muito presente nos consoles de vídeo games pode facilitar a vida de todos e tornar a compra mais interessante nos estabelecimentos comerciais, e até mesmo fora deles, na sua casa, bastando apenas alguns movimentos.
O Kinect na minha opinião, já pode ser considerado o melhor acessório de videogame já criado. De forma alternativa de ter experiência em games, ele se tornou alternativa para cirurgias cardíacas dentre várias outras funções, e agora, graças a seus recursos de código aberto, as pessoas podem colocá-lo na invenção que pretender, até mesmo podendo transformá-lo em um provador virtual. E foi justamente isso que a empresa russa AR Door fez com a loja de roupas britânica TopShop. A empresa montou um provador virtual, onde a consumidora pode “provar” toda a coleção que desejar com apenas alguns movimentos e ainda ter certeza o que lhe cai bem.
O quiosque da loja, além do Kinect, também usa realidade aumentada, que também permite que as clientes escolham um vestido sem precisar realmente vesti-lo, o que na verdade não é tão novidade assim, mas poucas empresas sabem utilizar de forma inteligente. Neste caso, de vez de um espelho, o cliente se vê experimentando a roupa em réplica 3D, podendo ver todos os detalhes do vestido, girando e vendo todos os ângulos, através do programa de gestos. Uma câmera no “espelho” capta todos os seus movimentos, e calma, não é preciso tirar a roupa.
Confira o provador em funcionamento no vídeo abaixo;

Se você assistia Dragon Ball, deve ser lembrar do óculos (ou seriam monóculos?) que o Vegeta usava, que podia medir os poderes de seu oponente, dentre outras funções. O que era ficção acaba de se tornar realidade, não igual a Dragon Ball, mas bem que poderia ser. A pesquisa dos óculos é da Fraunhofer IPMS , e são óculos bi direcionais em displays OLED, que ainda integram uma câmera, que podem rastrear simultaneamente um objeto, enquanto identifica outro.
O display é controlado apenas com o direcionamento dos olhos, assim como em filmes de ficção, até mesmo como em “Predador”. O display é baseado em monitoramento HMD (head-mounted display). O display consome pouca energia, o que garantiria um bom tempo de uso. De acordo com os desenvolvedores, a invenção poderia ajudar pesquisadores a terem o bio feedback durante exercícios físicos de atletas, mas outros usos mais interessantes (para a gente) também foram apontados, como a possível substituição do controle remoto em televisores, aplicações em realidade aumentada e até mesmo o uso para forças armadas dos países que pudessem pagar pela tecnologia.
O modelo que foi demonstrado em testes possui um display monocromático com um ângulo de 32 graus de visão e 1500 cd/m2 de luminosidade. O aparelho será oficialmente apresentado durante um evento de displays que acontecerá em Maio deste ano.
Via | Slashgear

Qual o maior medo te todo amantes de smartphones e celulares em relação a seu aparelho? Digo, quando ele cai no chão, qual é a primeira parte do aparelho que você rapidamente olha desesperadamente? Provavelmente sua resposta seria o vidro da tela não é mesmo? Já que o conserto de um vidro além de custar caro, muitas vezes demora dias para ser concluído, alias, trocado, ainda mais se você tem um iPhone. Há algum tempo atrás, se falou bastante da tecnologia de nanotecnologia, mas ela parece estar muito longe de nossas mãos em alguns quesitos.
Mas hoje a Autoglass anunciou algo que pode revolucionar o mundo científico e principalmente o desenvolvimento de novos vidros para dispositivos de bolso ou outros que usem display, um que faz auto reparo, ou seja? Adeus consertos caros e demorados! Segundo cientistas da empresa, foi criado um novo tipo de vidro que, quando quebrado ou rachado, ele simplesmente se auto conserta, com todo o poder da palavra, sem trocadilhos.
Os cientistas afirmam que:
“Nos últimos anos, particularmente desde que começamos a interagir com os fãs no Twitter e no Facebook, nós tivemos inúmeras solicitações para consertos de smartphone por pessoas que tiveram suas telas rachadas, então começamos a trabalhar em novas técnicas para desenvolver um novo vidro que fosse revolucionário e fizesse auto conserto.” disse John Aubrey, o cientista-chefe da Autoglass .