O todo poderoso Google levou um fora do Groupon, o maior site de compras coletivas do mundo. O Groupon deve ficar independente por mais algum tempo.
A negociação começou na semana passada. O Google chegou a oferecer cerca de U$ 6 bilhões.
De qualquer forma, a oferta do Google encheu a bola do Groupon. Se abrir capital, deve bombar na bolsa.

Depois que o Google caiu fora da China, quer dizer, redirecionou os acessos do site para Honk Kong — que possui regras de censura diferentes das de Pequim — poucas empresas aderiram à euforia do grande G. Apenas uma companhia, a GoDaddy.com, uma empresa de hospedagem de domínios famosa pela sua publicidade de duplo sentido em prol da liberdade na internet, aderiu ao apelo do Google e mudou suas operações para Honk Kong.
Já a Microsoft e Yahoo! os dois maiores nomes da internet global que até pouco tempo vinham dando palmadinhas nas costas do Google pelo embate direto contra a censura do país asiático, simplesmente não se manisfestaram sobre o assunto. E nem dão sinais que que vão fazê-lo.
“A China é um mercado muito importante. Qual é o incentivo para que um governo ou outra empresa se alie ao Google? Não existe incentivo, e é por isso que não vimos uma atitude como essa”, disse Jim Frieland, analista da Cowen and Co.
“O governo chinês e o Partido Comunista têm uma habilidade única em influenciar empresas de uma maneira que podem tornar muito difícil para elas fazerem negócios em um mercado”, afirmou uma fonte de um grupo de negócios que pediu para não ser identificada. “Então as companhias estrangeiras têm que ser muito cautelosas sobre como se pronunciam.”
Mas uma coisa é fato: num mercado onde as leis do capitalismo prevalecem e superam a maioria das demais, quem gostaria de sair do país que registra o maior crescimento mundial e concentra boa parte do comércio eletrônico do mundo?
Continuar lendo: Google está quase sozinho na batalha contra a China

O jornal Valor Econômico informou na sua edição de hoje que a empresa canadense RIM, fabricantes do BlackBerry, estão em negociações avançadas com a fabricante de eletrônicos Flextronics para começar a produzir seus smatphones e celulares no Brasil.
O co-CEO da empresa, Jim Balsillie, está no Brasil e deve anunciar amanhã os planos de negócios para o país em um encontro com governos, empresários e jornalistas, em São Paulo.
A planta da Flextronics em Sorocaba, interior de São Paulo, foi visitada por executivos da RIM, no entanto, por meio de uma nota, a empresa canadense afirmou que “não há nenhuma confirmação em relação ao início da fabricação”.
[Valor]

Como só o lucro exacerbado não é suficiente, a Telefônica está considerando abrir um processo contra empresas de internet, como Google e Yahoo!. A justificativa é que elas fazem “mau uso da rede”.
O presidente da Telefônica alegou que as companhias que operam somente na internet lucram às custas da empresa espanhola, que arca com todos os custos para levar o acesso à rede para os usuários, além de vender de produtos, dar atenção ao cliente, etc, etc, etc.
É claro que se a Telefônica e outras prestadoras de serviços não fornecerem acesso à internet em massa, os negócios das gigantes da internet como Google e Yahoo! acabam num piscar de olhos, porém quando consideramos que os usuários brasileiros, especificamente, pagam uma das mais altas contas de telefone do mundo, o argumento da Telefônica soa um tanto quanto… fail.
Além do mais, normalmente os Governos são responsáveis pela infra-estrutura de internet dos países, como é o caso da Austrália, que recentemente lançou um ambicioso projeto para conectar todo o país. Ademais, se a Telefônica está tão insatisfeita com a maneira com que os negócios estão sendo geridos, que abra mão da concessão. Simples.
Via Info
O CEO da Apple, Steve Jobs, tem mais de 3 bilhões de motivos pra comemorar. É que a iTunes Store, loja virtual da empresa de aplicativos para iPhone e iPod touch bateu a marca de três bilhões de downloads vendidos.
Lançada em 2008, a App Store possui 100 mil programas divididos em 20 categorias como jogos, esportes, saúde e negócios e está presente em 77 países, incluindo o Brasil.
O executivo da Apple se mostrou entusiasmado em um comunicado à imprensa: 3 bilhões de aplicativos em 18 meses é algo inédito. Não vejo sinais de que a concorrência possa nos alcançar”, afirmou.
Fonte: G1

Lembram-se dos antigos ficheiros, pouco práticos e de aspecto nada elegante mas que podiam armazenar centenas de cartões-de-visita e que eram indispensáveis para os negócios? No futuro já não será preciso utilizar este ficheiro. Basta observarmos o novo concept do B-Scanner. É um novo scanner concebido pelo designer Sungwoo Park e Bongkun Shin, capaz de arquivar todos os cartões que vos passarem pelas mãos.
Inserindo o cartão no compartimento específico é possível acionar a digitalização apertando um botão. A imagem será salva na memória interna para ser visualizada por uma interface similar ao CoverFlow para os iPod. Quem sabe se cedo ou tarde não será produzido e colocado no mercado.
[fonte YankoDesign]

De modo a contrariar de vez os rumores que andavam por aí a circular, muitos deles devido às colaborações com a Asus e HTC, a TomTom afirmou que não está, para já, a planejar entrar no mercado dos celulares.
A firma holandesa confirmou que pretende concentrar-se na produção e comercialização de produtos GPS e que não quer seguir as pisadas de alguns concorrentes diretos, como a Garmin, que já anunciaram os seus próprios celulares.
Realmente sou de opinião que uma empresa deste género tem tudo a ganhar em concentrar no que sabe fazer e tentar melhorar ainda mais os seus produtos. O que pensam vocês sobre isto?
Fonte: Electronista
No seguimento dos vários problemas e resistências encontrados durante a oferta pública de compra, a Microsoft anunciou ter totalmente desistido da sua intenção de comprar a Yahoo! A verdade é que com tantas imposições por parte dos accionistas da Yahoo! e com o baixo preço oferecido, este parecia desde o início um negócio destinado ao fracasso.
Quem deve ter ficado contente com esta desistência da Microsoft deve de ter sido o Google pois assim não vê concretizar-se uma das maiores ameaças que poderia ter de enfrentar a curto prazo e em vez de passar a ter um grande concorrente continuará a ter dois concorrentes mais fracos (MSN Search e Yahoo!).
Fonte: Journal du Geek