Vem aí um grande concorrente para a Amazon. O Google anunciou que sua loja de livros digitais entra no ar antes do final do ano nos EUA.
Batizada de Google Editions, a livraria virtual deve ganhar uma grande sinergia com o Google Books. Você imagina o sujeito buscando um livro, ganhar um trechinho grátis e um grande botão de “compre agora por um trocado de dólares”.
O lançamento internacional do Google Editions deve ser ainda no primeiro trimestre de 2011.
Via | ComputerWorld
Bem atrasada com relação a estratégia do Kindle, a Sony vai finalmente lançar aplicativos de celulares do seu Reader para Android e iOS (iPhone).
Com eles o usuário vai poder abrir os livros, colocar marcadores, fazer anotações, etc. Basicamente aquilo tudo que você está acostumado a ter no aplicativo do Kindle para outras plataformas. Mas há uma vantagem importante.
O aplicativo do Reader vai dar acesso aos 1 milhão de livros que o Google tem digitalizado. E grátis. Eis um bom argumento para comprar um Reader ao invés de um Nook ou Kindle.
Via | TG Daily

A Amazon segue espalhando seu sistema Kindle de leitura de livros para tudo que é canto. O último lançamento é para a web mesmo - basta entrar no site para acessar o sistema com qualquer navegador moderno (esqueça o IE 6, já falei).
De quebra, dá para ler vários trechos de livros grátis.
Conheça o Kindle for the Web Beta
Via | Tecnoblog

E-books, Kindle, iPad, tablet… Será que o início do fim dos livros de papel? O assunto parece batido, mas ainda é recorrente. É por isso que a Flip — Feira Literária de Paraty, cara pálida — incluiu na sua programação, um debate chamado “O fim do livro?”, que pretende discutir o assunto com profissionais da área.
O convidado para botar lenha na fogueira é o historiador Robert Darnton, conhecido por seus texttos provocativos e sua publicação “A Questão dos Livros”, no qual discute o plano do Google de digitalizar todos os acervos das bibliotecas públicas no mundo.
Em “Não Contem com o Fim dos Livros”, Umberto Eco e Jean-Claude Carrière dialogam no sentido contrário, mostrando que não existem razões para acreditarmos que o livro impresso vai acabar.
Os dois pontos de vista são, no mínimo, interessantes.
[via Flip]
A Bloomberg News noticiou que o próximo Kindle vai ser mais magro e leve. Só isso? Sim, só isso, de acordo com duas fontes ouvidas pela agência. Ainda vai ser em PB e tudo como está.
Longe de mim querer contrariar uma baita empresa de jornalismo como a Bloomberg, mas fazer a nova geração de Kindle sem ter ao menos touchscreen seria uma burrice homérica da Amazon. No começo do ano eles chegaram a comprar uma startup (pequena e promissora empresa de tecnologia) especializada no assunto chamada TouchCo.
Digo isso porque estamos em época de iPad, de multifunção. Kindle tem que se reinventar, dar a possibilidade de fazer mais coisas do que simplesmente abrir e-books. Ou irá ficar irrelevante. Lembrando que o Google vai em breve entrar para o mercado de livros eletrônicos...
Os rumores dão conta de que o novo Kindle virá em agosto.
Via | Bits