
QR Code é um código de barras em 2D que serve para ser escaneado usando qualquer celular moderno. Esse código vai ser convertido em um pedaço de texto (interativo) e/ou um link que o celular os identifica levando para uma página da web que pode conter materiais inéditos sobre uma campanha publicitária, download de arquivos e até mesmo jogos. Provavelmente você já deve ter visto um QR Code em alguma embalagem de produto ou até mesmo tem em seu aparelho celular um aplicativo que escaneia este o QR Code.
Hoje em dia muitas empresas de produtos usam os QR Codes em suas embalagens, além disso, muitas campanhas publicitárias usam este tipo de meio em algumas de suas ações. Mas uma coisa que muita gente quer saber é o quão eficiente são essas ações. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado Comscore, só nos Estados Unidos, cerca de 14 milhões de pessoas possuem um scanner de QR Code em seus smartphones. Vendo este número absoluto parece grande coisa, mas na verdade isso significa apenas 6,2% de todos os usuários de smartphones que o país possui.
De acordo com a mesma empresa de pesquisas, dentro destes 6,2% de pessoas que possuem um scanner, 6% de todos eles são do sexo masculino e 53% estão entra as idades de 18 e 34 anos. A pesquisa revelou ainda, que ao contrário do que se pensa, essas pessoas costumam escanear um QR Code enquanto estão em casa, e não nas lojas de conveniência, ou totens publicitários.
Neste caso, vale mais a pena investir em QR Codes em revistas ou embalagens que são transportadas para casa, do que qualquer tipo de uso externo, principalmente, porque as pessoas não querem perder tempo com algo que ainda não conhecem muito bem.
Via | Engadget

O Android é o sistema operacional que mais cresce e mais rapidamente alcançou grande status na história dos navegadores para smartphones. Depois de deixar grandes concorrentes como o iOS e BlackBerry para trás, foi crescendo e aos poucos vem se distanciando cada vez mais. De acordo com a empresa de pesquisa Canalys, o Android já possui cerca de 48% de market share mundial na primeira metade deste ano, um feito com certeza impressionante. O sistema operacional da Google é também líder de vendas em 35, de um total de 56 países pesquisados. No destaque estão a Coreia do Sul, onde 85% dos consumidores preferem o Android e Taiwan, onde 71% de todos os smartphones vendidos também são do OS da Google.
O que mais se pode relacionar essa grande preferência pelo Android nos países asiáticos, é que lá existem vários pequenos fabricantes que aproveitam a grande aceitação do OS e a facilidade de produção, já que ele possui código aberto, o que também barateia custos. Logo atrás do Android e com crescimento também acelerado, está o iOS com o iPhone da Apple, que representa 19% de todo o mercado mundial de smartphones, batendo inclusive a Nokia, que já chegou a ter mais de 48% de todo o mercado mundial em outrora.
Em números brutos, foram vendidos cerca de 51,9 milhões de smartphones com Android nesta primeira metade do ano, cerca de 379% a mais que no mesmo período do ano passado. Enquanto isso a Apple conseguiu pouco mais de 20 milhões de unidades. Em grandes potências mundiais como o Reino Unido, a preferência também é do sistema operacional do robozinho mais querido dos desenvolvedores de open source. Um dado interessante mostrado na pesquisa da Canalys, é que em países como a Índia e a China, o Symbian da Nokia continua líder de vendas, também com crescimento aparente.
Via | mashable

Recentemente foi realizado um estudo no Reino Unido que trouxe uma notícia bastante interessante, ele apontou que um em cada dez animais de estimação possui um perfil em uma das principais redes sociais da internet (Facebook, Twitter ou Orkut). Outro item apontado pela pesquisa é de que mais da metade dos donos de animais domésticos do Reino Unido, compartilham fotos dos seus bichinhos na internet.
O estudo tinha como objetivo, revelar detalhes curiosos sobre o comportamento das pessoas com os animais de estimação na internet e o mesmo foi encomendado pela companhia de seguros de animais PetPlan. O estudo aponta também que alguns animais conseguem ser mais populares que algumas celebridades que estão no Facebook.
O estudo encomendado pela PetPlan apenas reforça o resultado de outros estudos recentes, onde um deles revelou que 14% dos donos de cães possui um perfil no Facebook exclusivamente para fãs dos seus bichinhos, isso sem falar em gatos, papagaios e peixes.
Mas e você? O seu animal de estimação tem uma conta no Facebook ou no Twitter? Bom, agora você sabe que não está sozinho nesse mundo…
Via | Mashable

É algo para se pensar, o ato de digitar envolve gasto de calorias, mesmo que sejam poucas, a ação de pressionar o botão pode ser transformada em fonte de energia no futuro. Hoje já existem outras opções alternativas como painéis solares, mas aí você terá que ficar constantemente com o aparelho em fontes de luz solar, o que nem sempre é possível em lugares fechados.
Fazer uso de uma energia desperdiçada por todos como o ato de digitar é o que pesquisadores de uma Universidade Australiana estão tentando colocar em prática, a pesquisa envolve o desenvolvimento de um filme piezelétrico que consegue transformar energia mecânica (o pressionar das teclas) em energia elétrica, ou seja, enquanto você conversa no MSN, enviar emails, trabalha, o notebook será carregado automaticamente.
Dr. Madhu Bhaskaran, co-autor do estudo comentou sobre a tecnologia:
Continuar lendo: No futuro notebooks podem ser carregados digitando

Você provavelmente deve se sentir jovem porque está sempre conectado com as redes sociais e com os amigos, marcando encontros com desconhecidos, compartilhando videoclipes, musicas, e outros gostos pessoais com a rede mundial de computadores, sem mesmo que alguém realmente esteja ao seu lado, tudo pelo Facebook, Orkut, Flickr, Tumblr e outras Redes sociais. Mas saiba que isso não irá te transformar em mais jovem, pois hoje em dia, essa é uma possibilidade para todos, inclusive para os seus avôs, que provavelmente estejam compartilhando o resultado da partida de Gamão da noite anterior com os amigos via Facebook.
Você também deve ter um amigo que sempre reclama que a mãe ou seu pai o está vigiando por um perfil próprio nas redes sociais. Isso tudo na verdade, é mais comum do que você imagina, e está longe de ser uma exceção. Uma pesquisa com esse tema foi levantada pela MyVoucherCodes, que mostrou exatamente isso, cerca de 22% dos idosos com mais de 60 anos estão ativos nas redes sociais. Desses o Facebook é considerada a rede social com o maior volume de pessoas mais velhas, com cerca de 77% do total pesquisado. 34% dos entrevistados também confirmaram que possuem uma conta no Twitter e apenas 9% disseram que estão conectados pelo LinkedIn. A maioria desses usuários, cerca de 68%, afirmou que entrou nestes sites no ano passado com objetivo de manter contato com os amigos, e não para vigiar seus netos e filhos. Eles acessam as redes cerca de duas vezes por semana.
Para realizar a pesquisa, a MyVoucherCodes entrevistou uma amostra de 1341 pessoas com faixa etária de 60 anos ou mais, com o objetivo de entender o comportamento dessas pessoas na internet, e acabou mostrando que o estereótipo que as pessoas tem com esse perfil de pessoas está completamente errado. Claro que esse foi um estudo realizado no Reino Unido, e seu resultado não pode ser comparado com a realidade brasileira, mas é um bom indício de que julgar um livro pela capa não é um bom negócio. O estudo ainda mostra uma nova tendência, a possibilidade do e-commerce para pessoas idosas.
Via | The Telegraph

Será que a internet está prestes a se tornar um direito básico do ser humano? Essa é uma discussão que deve perdurar ainda por muito tempo, já que o ser humano mal tem acesso à água potável e alimento, imagine possuir internet. Por outro lado um relatório da BBC World Service já mostrou que 79% das pessoas acreditam que o acesso á internet é um direito fundamental, além disso, mais 87% dos usuários da internet disseram que o acesso é um direito fundamental de todos os povos, e por mais que os governos totalitários e outros regimes mundo afora não gostem da ideia, um recente relatório das Nações Unidas parece concordar com a ideia.
Um relatório foi preparado pelo Relator Especial ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que sugere que o acesso à internet deva ser incluído na Declaração Univeral dos Direitos Humanos, já que a internet é um meio de expressão humana e que qualquer limite sobre a arbitrariedade seja impedido, com exceção da pornografia infantil, criminalização e ciberataques. O relatório ainda sugere que qualquer tipo de bloqueio à internet, como vem fazendo os regimes do Oriente Médio, para impedir que seus cidadãos formem grupos anti Governo, seja considerado crime contra a humanidade.
Sendo assim, o acesso às pessoas à internet não poderia ser limitado, o que com certeza iria irritar governos como o da China, que é um dos que mais limita o uso das redes, com bloqueio de palavras consideradas proibidas.
O Relator Especial destacou no relatório a necessidade de melhor proteção aos intermediários, que inclui fornecedores de acesso à Internet, e um direito à privacidade, com a inclusão da proteção de dados, o que também contrariaria o governo chinês.
O relatório completo você tem acesso aqui.

Aqui uma notícia para invejar ainda mais a nós brasileiros com nossa internet desqualificada de poucos Megas. Como sabemos, atualmente os cabos de fibra ótica são a melhor opção de internet rápida, mesmo que somente agora está começando a ser instalada no Brasil, e mesmo assim dependendo da boa vontade das empresas de internet banda larga. Enquanto isso no exterior, as empresas estão testando sua conexão de banda larga com “míseros” terabites, é mole? Os testes foram realizados por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, e bateram um novo recorde de envio de dados por fibra ótica, a uma taxa de 26 terabits por segundo, o equivalente a baixar todas as suas séries preferidas enquanto você pisca o olho.
A técnica alemã pode ter gerado menos rapidez que os testes realizados pelo japoneses do Instituto Nacional de Informação e Comunicação (NIIC) em Tóquio, que chegou a 109 terabits, porém a taxa de transferência da técnica usada pelos alemães foi mais elevada, além de a tecnologia ser mais barata e mais possível de estar em nossas casas (se as operadoras de banda larga quiserem acordar), além de possui instalação mais simples. Enquanto a técnica japonesa necessita de centenas de lasers caros e em grande quantidade, o que seria inviável para internet doméstica, a técnica alemã utiliza apenas 1 laser, que emite pulsos de luz em 350 cores diferentes, em que cada uma das cores pode transmitir um fluxo de dados diferente, permitindo a velocidade e a alta taxa de transmissão de dados em uma única linha ótica.
Com a nova técnica, qualquer casa pode receber cabeamento ótico de baixo custo com padrão de terabits, sendo também mais fácil de ser implementada.
Via | BBC News

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Que a maioria dos consumidores da Apple são fanáticos não é nenhuma novidade, afinal, quem já não sofreu alguma tentativa de evangelização por algum fanático tecnológico? Mas o que já sabíamos, acaba de ser confirmado por cientistas, e sim, fanatismo pela Apple é semelhante à devoção religiosa.
Um documentário da BBC revelou que a imagem da Apple ativa as mesmas partes do cérebro humano, que aquelas imagens ligadas a regimentos religiosos, o que tornaria esses usuários tão seguidores da marca, quanto qualquer seguidor de outra religião. Os testes foram feitos através de ressonância magnética por neurocientistas, que mostraram imagens de produtos da Apple para os seus “Fans”, e depois outras imagens quaisquer. A parte do cérebro ativa quando eram mostrados produtos da Apple é a mesma parte do fanatismo religioso.
O estudo tinha como objetivo, verificar como os fãs de marcas se comportam quando são expostos aos produtos de seus fabricantes preferidos, e de produtos que não conhecem ou não possuem algum interesse. Porém o que acabou sendo descoberto é que os usuários de iDevices acabam agindo como religiosos fanáticos, o que não aconteceu com usuários de outros produtos
O estúdio também apontou que as empresas mais bem sucedidas são aquelas que assim como a Apple, conseguem encontrar maneiras de acionar partes do cérebro de seus consumidores que tem algo a ver com seus sentimentos, sendo a melhor forma de fazer isso, promover algum tipo de cultura ou experiência para seu consumidor
Via | Digital Trends

Todos sabemos que no mundo das ideias, praticamente tudo é possível até que se prove o contrário, porém muitas dessas ideias são inicialmente idealizadas em protótipos, e como já postamos aqui por várias vezes no Eletronico, vários destes protótipos se tornam realidade mais rápido do que o esperado, temos como exemplo o E-ink. A tecnologia, que permite assistir vídeos e exibir conteúdos em uma tela flexível e super fina, agora está sendo usada para aperfeiçoar o que conhecemos por smartphone, e um grupo de pesquisadores da Queen’s University, em Ontário, no Canadá, e Universidade Estadual do Arizona já até apelidou essa possibilidade de “PaperPhone”, devido a semelhança do smartphone com as características do papel, além de ser flexível e dobrável.
O PaperPhone ainda é um protótipo, porém ele é um smartphone que parece mais uma folha de papel interativa (penso na revolução que isso poderia fazer, para os tablets). O usuário pode dobrar o gadget de várias formas sem que ele quebre. Ele ainda conta com um display de 9.5 centímetros de E-ink diagonal, faz chamadas telefônicas, armazena e toca músicas, além de claro, acessar ebooks, porém mais próximo de um livro real.
O projeto final o PaperPhone será apresentado durante a conferencia da Association of Computing Machinery’s CHI 2011 que é a principal exposição internacional para o campo de interação humano-computador, e vai acontecer no dia 10 de Maio em Vancouver no Canadá. Confira mais no vídeo abaixo:

Um estudo realizado pelo Royal Pington usando o StatCounter cobriu mais de 3 milhões de websites na internet e descobriu algo até então inimaginável, de acordo com os dados obtidos, o número de sites visitados com iPad superam o número de sites visitados com Linux. Além de descobrir que os usuários do Linux perderam espaço (ou os de iPad ganharam?), o estudo também revelou que o número de usuários de Windows 7, pela primeira vez, ultrapassaram o número de usuários do Windows XP, o que não é surpreendente, mas demonstra que os usuários de Windows estão trocando de sistema operacional, ou de computador com mais frequência do que antigamente.
A pesquisa mostrou que em geral o Windows continua dominando os acessos à internet com mais de 80% de todas as visitas, enquanto os usuários de Linux representam algo muito abaixo desse número, com apenas 0,71% de todas as visitas. Retirando o número de acessos vindos de iPhones e iPod Touch, visando apenas o iPad, se descobriu que ao todo o dispositivo é responsável por 1,18% de todos os acessos, o que torna o iPad, uma plataforma mais popular que o Linux, o que poucos esperavam.
O estudo não significa que existam mais dispositivos iPads do que com Linux no mercado e sim, que os usuários de iPad, possuem mais cultura de navegar na internet do que os usuários no Linux e cada um dos dispositivos possuem seus diferenciais.
Via | royal.pingdom