
Depois de Avatar de James Cameron, o mundo do cinema e dos video games nunca mais será o mesmo. A tecnologia 3D prometeu uma nova forma de “participar” de toda a ação presente no filme ou no jogo.
Obviamente que o Nintendo 3DS acabou caindo no gosto dos futuros consumidores, com a promessa além de 3D para os usuários, de recolocar a Nintendo no topo dos mais vendidos, já que a empresa vem cada vez mais perdendo espaço para os concorrentes Sony e Microsoft.
Para alegrar e badalar ainda mais o 3DS, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata deu indícios em uma entrevista de que está entre os planos da empresa, a possibilidade de gravar vídeos em 3D com o portátil. Na entrevista, ele disse o seguinte; ” acho que vai ser divertido incluirmos capacidade de gravação de vídeo nas futuras atualizações”. Como sempre, nos resta aguardar a confirmação concreta de suas palavras.
Via | Engadget

Uma notícia bastante interessante para quem está em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho, o Google está em busca de profissionais de todas as áreas para um novo projeto.
Nenhum detalhe sobre a seleção ou sobre o projeto foi divulgado mas sabemos que o canal para inscrições fica no site do Grupo DMRH que já foi encarregado de realizar a etapa de recrutamento para a empresa em outros momentos.
O “Talent Pool”, canal para novos talentos do Google, recruta candidatos nos níveis inicial, intermediário e gerencial, para atuarem nos escritórios da empresa no Brasil, Argentina e México.
Via | Info
Depois da notícia que o Google e Facebook haviam lançado suas próprias versões de compactadores de URL, agora chegou a vez do Youtube lançar um serviço similar, o youtu.be. Sim, todo mundo quer ter um compactador de endereços!
Por enquanto o youtu.be será utilizado apenas para links de vídeos e canais do YouTube. Como ele utiliza um ID único para cada vídeo, o sistema se torna mais interessante para desenvolvedores e inibe o uso por spammers. Além disso os usuários terão segurança nos links curtos do YouTube, ao saber exatamente para onde estão sendo redirecionados.
Fonte: TechCrunch
Quem por ventura teve algum aparelho eletrônico queimado durante o apagão ocorrido ontem (10), tem o direito de ser ressarcido.
O diretor do Procon, Roberto Pfeiffer, afirma que se a falta de energia queimou ou danificou algum eletrodoméstico, é preciso que o consumidor entre em contato com a companhia responsável pela distribuição de energia (em até 90 dias) e peça uma vistoria para que a extensão dos danos seja avaliada. A empresa tem 10 dias para fazer uma vistoria.
“Ele pode ir pessoalmente a uma agência, mandar um e-mail com aviso de recebimento ou uma carta registrada com pedido de aviso de recebimento”.
Fonte: CBN

Enquanto a Nokia navega por águas tranquilas em seus 38% de participação no mercado mundial de celulares, a Apple ainda tem muito trabalho pela frente, considerando que sua penetração no mercado é de celulares, com o iPhone, é de 2,5% no mundo.
Segundo o presidente da Nokia do Brasil, Almir Narcizo, o fenômeno iPhone no país não foi o que a Apple, operadores e consumidores esperavam. Segundo a empresa, o que mais preocupa hoje são os altos impostos e os investimentos em rede 3G.
O fenômeno iPhone no Brasil não foi o que a Apple, as operadoras e os consumidores esperavam. Até porque as pessoas que queriam ter um iPhone já tinham comprado no exterior. Estamos com 166 milhões de celulares e uma taxa de 85% de penetração. Na Rússia, um país com população parecida com a do Brasil, a taxa de penetração é 110%. Aqui a classe C e D começou agora a ter acesso a telefone celular. Mas isso depende muito dos impostos. Na Rússia, cobram-se 8%, aqui, 46%.
Leia a entrevista completa do presidente da Nokia do Brasil à Folha de São Paulo aqui.
Fonte: Folha
A Rede Globo transmitiu na última semana uma matéria especial do quadro “Conecte”. A história é a mesma de outras matérias: pessoas que ganham verdadeiras fortunas, quase que sem querer, trabalhando em casa através de blogs e contas em redes sociais.
Mostrando uma realidade muito mais simples do que, de fato, acontece na “vida real”, a matéria traz uma entrevista com a @twittess, usuária polêmica dao twitter que confessou ter usado um serviço script para conseguir boa parte dos seus quase 100 mil seguidores (ou followers).
Fonte: Globo.com
Teresa Forcades é uma monja beneditina espanhola, doutora em saúde pública, que está utilizando a internet para divulgar um vídeo (assistido por milhares de pessoas) em que ela coloca em xeque a vacinação da população contra a gripe suína.
Tereza teme que os governos comecem a distribuir vacinas contra a nova gripe sem o devido estudo acerca dos efeitos colaterais e de superdosagem (2 ou mais doses) que a vacinação pode trazer para as pessoas.
Ela também é autora de “Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas” e de “La teología feminista en la historia”. A monja utiliza dados de diversos relatórios oficiais, além de sua esperiência na medicina para alertar quanto ao perigo da vacina.
Fonte: Vimeo
Pra quem conseguiu fazer com que os eleitores norte-americanos elegessem o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, fazer com o eleitorado brasileiro eleja a primeira mulher presidente do país parece tarefa fácil. Será mesmo?
Lula acumula hoje incríveis índices de aceitação popular (na casa dos 80%), mas, por um motivo misterioso, ele não consegue transferir essa popularidade à sua canditada, a Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
E para resolver de vez este problema, o PT contratou ninguém menos que Ben Self, grande responsável pela maior campanha via internet jamais vista — com custos na casa dos 500 milhões de dólares — e que elegeu o atual presidente norte-americano Barack Obama.
No Brasil a estratégia será parecida: utilizar a internet como carro-chefe da campanha da Ministra Dilma. Em uma entrevista ao Terra, Self afirmou:
“Estamos trabalhando com o partido a fim de ajudar a fazer planos para a próxima eleição presidencial”
Será que a internet vai ser capaz de eleger a primeira mulher presidente do Brasil?
Fonte: Terra
Chegamos à terceira parte da nossa entrevista com Cory Doctorow, o famoso jornalista, blogger e autor de ficção científica do momento. Após expor uma visão interessante sobre as social networks e o futuro dos blogs, ele conclui a entrevista falando um pouco da nova geração “digital native” e da importância do jornalismo open-source.
As primeiras duas partes da entrevista, para quem perdeu, estão aqui e aqui.
Você começou a escrever livros de ficção científica inclusive para a geração mais jovem. Como você acha que os “digital natives” mudarão como seres humanos, e qual tipo de mudança ocorrerá?
Existe um estudo muito detalhado da Mimi Ito sobre o uso da tecnologia por parte dos jovens. 22 pesquisadores trabalharam nele por 5 anos. Chama-se Digital Youth Project. Uma das coisas que eu já sabia inconscientemente mas que mesmo assim despertou o meu interesse quando li sobre o assunto no estúdio, é que os jovens usam a tecnologia para dois tipos de coisas, principalmente: coisas “frívolas” e coisas “importantes”. Os dois tipos de atividades são totalmente interligados, não se pode separar um do outro. Os jogos e atividades menos sérias são o modo para aprender a usar a tecnologia. Esse é inclusive um dos motivos pelos quais os adultos não são tão bons quando se trata de tecnologia: não brincam muito com ela.
Voltando ao assunto, o estudo nos indica porém um futuro muito diferente. Esses jovens já serão adultos, e não diferenciarão os dois tipos de atividades tecnológicas: as sérias, “de gente grande”, e as brincadeiras. Para eles será a mesma coisa, e terão a capacidade de usar a tecnologia de maneira mais aberta e criativa, de continuar a brincar.
Continuar lendo: Eletronicoblog entrevista Cory Doctorow - Parte 3
Continuamos com a nossa entrevista a Cory Doctorow, o famoso jornalista, blogger e autor de ficção científica do momento. Após nos mostrar algumas visões interessantíssimas sobre o começo da Internet, ele continua falando sobre os social networks e sobre o futuro dos blogs. (Se você perdeu a primeira parte da entrevista, ela está disponível nesse artigo).
Você acha que a enorme quantidade de pessoas presente nas social networks mudará os atuais modelos mentais e sociais?
Bom, eu acho que existe um certo aspecto patológico da “social media”, ao qual agente deveria reagir de algum modo. O açúcar branco não é o mesmo açúcar da fruta, assim como um social network não representa a mesma sociedade do mundo real. No dia-a-dia não tempos relações quantificadas e articuladas, mas sim contingentes e qualitativas: amigos, quase amigos, gente que não amamos mas que temos que fingir de amar, são tantas pequenas diferenças que uma social network não pode entender e não sabe administrar. Ela acaba por ser uma imagem da realidade social re-proposta e medida em database, muito distorcida. Por isso, com o tempo, a Social Network perde valor: depois de ter convidado 20 pessoas e estar feliz com a sua rede de amigos, você acaba ampliando-a até o ponto de ter uma comunidade muito grande, que não te satisfaz mais.
Não existe uma política pública de educação para as social networks. O que você pensa disso? Atualmente ensina-se às crianças como proteger-se dos maníacos sexuais, mas não a prestar atenção à própria dieta midiática, a constuir uma Network pessoal útil e não bulímica..
Continuar lendo: Eletronicoblog entrevista Cory Doctorow - Parte 2